
Trincheiras
Milton Sica
Upa, upa, trago um sonho de a cabresto
E a esperança na garupa
Para cavalgar os ventos
Boto o flete em prontidão
Ato meus sonhos nos tentos
Campereando uma ilusão
Meu chapeu quebra na testa
Vento maula e caborteiro
Ninguém leva o que me resta
Tenho o sol por meu parceiro
Meu suor e meu cansaço
Feridas, calos nas mãos
A intriga trunca o passo
Mas não separa os irmãos
Meu palita de bom pano
Xiripá maltrapilho
Não há de rodar meu ruano
Nem se perderá no trilho
Sou farrapo, mas sou guapo
Sou verso, mas não refrão
Sou fiapo, não sou trapo
Pois também tenho opinião
E então na marcha batida
Conheço estradas decor
Pros sofrenaços da vida
Busco atalho melhor



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