Traducción generada automáticamente

Há Quanto Tempo Eu Não Danço Uma Vaneira
Nilton Ferreira
Há Quanto Tempo Eu Não Danço Uma Vaneira
Há quanto tempo eu não danço uma vaneira
Há quanto tempo eu não entro no salão
Se ouço o ronco de uma gaita botoneira
Sinto os corcovos do meu próprio coração
Há quanto tempo eu não danço uma vaneira
Há quanto tempo eu não entro no salão
Se ouço o ronco de uma gaita botoneira
Sinto os corcovos do meu próprio coração
Sou índio macho, dos que vive arrinconado
Por entre grotas, galponiando num fundão
Gogote grosso, crina grande meio alçado
Num só retosso, mesmo que potro gavião
Sou índio macho, dos que vive arrinconado
Por entre grotas, galponiando num fundão
Gogote grosso, crina grande meio alçado
Num só retosso, mesmo que potro gavião
Há quanto tempo eu não danço uma vaneira
Há quanto tempo eu não entro no salão
Se ouço o ronco de uma gaita botoneira
Sinto os corcovos do meu próprio coração
Há quanto tempo eu não danço uma vaneira
Há quanto tempo eu não entro no salão
Se ouço o ronco de uma gaita botoneira
Sinto os corcovos do meu próprio coração
Por isso, amigos, quando a vida me embriaga
E Deus me afaga, do de mão na de botão
Largo na hora, uma vaneira atrevida
De cola erguida, relinchando no salão
Por isso, amigos, quando a vida me embriaga
E Deus me afaga, do de mão na de botão
Largo na hora, uma vaneira atrevida
De cola erguida, relinchando no salão
Há quanto tempo eu não danço uma vaneira
Há quanto tempo eu não entro no salão
Se ouço o ronco de uma gaita botoneira
Sinto os corcovos do meu próprio coração
Hace Cuánto Tiempo Que No Bailo Una Vaneira
Hace cuánto tiempo que no bailo una vaneira
Hace cuánto tiempo que no entro al salón
Si escucho el ronquido de un acordeón de botones
Siento los latidos de mi propio corazón
Soy un macho indio, de los que vive arrinconado
Entre barrancas, galopando en lo profundo
Garganta gruesa, crin larga medio alzada
En un solo trote, como potro gavilán
Hace cuánto tiempo que no bailo una vaneira
Hace cuánto tiempo que no entro al salón
Si escucho el ronquido de un acordeón de botones
Siento los latidos de mi propio corazón
Por eso, amigos, cuando la vida me embriaga
Y Dios me acaricia, de mano en botón
Suelto enseguida, una vaneira atrevida
Con la cola en alto, relinchando en el salón
Hace cuánto tiempo que no bailo una vaneira
Hace cuánto tiempo que no entro al salón
Si escucho el ronquido de un acordeón de botones
Siento los latidos de mi propio corazón



Comentarios
Envía preguntas, explicaciones y curiosidades sobre la letra
Forma parte de esta comunidad
Haz preguntas sobre idiomas, interactúa con más fans de Nilton Ferreira y explora más allá de las letras.
Conoce a Letras AcademyRevisa nuestra guía de uso para hacer comentarios.
¿Enviar a la central de preguntas?
Tus preguntas podrán ser contestadas por profesores y alumnos de la plataforma.
Comprende mejor con esta clase: