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Todo amor
Todo amor dorme
Numa caixa, numa gaveta, numa sala escura
Que às vezes visito
Como hoje num sonho
Como Deneuve entre os pombos
A abençoar seus queridos

E o tempo, senhor dos enganos
Apaga os momentos sofridos
E aqui te traz, vez por outra
A passar umas horas comigo

Todo amor
Todo amor dorme
Numa caixa, numa gaveta, numa sala escura
Que às vezes visito
Como hoje num sonho
Como Deneuve entre os pombos
A abençoar seus queridos

Ficamos nós dois entre sonhos
De amores novos e antigos
Te beijo no escuro, silêncio da sala
Que às vezes visito

E o tempo, senhor dos enganos
Apaga os momentos sofridos
E aqui te traz, vez por outra
A passar umas horas comigo

Todo amor
Todo amor dorme
Numa caixa, numa gaveta, numa sala escura
Que às vezes visito
Como hoje num sonho
Como Deneuve entre os pombos
A abençoar seus queridos

Escrita por: Herbert Vianna. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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