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Cabeça Grande Pequena
Poeta J Sousa
Cabeça Grande Pequena
Conheci um fazendeiro
No sertão pernambucano
Rico de terra e gado
Chamado João Trajano
Casado com Dona Lúcia
Filha dum velho baiano
João Trajano e Dona Lúcia
Tinham somente um filhinho
Com dez anos de idade
Criado com muito carinho
Tinha o nome do pai
Mas só chamavam Joãozinho
Joãozinho certo dia
Chegou da escola chorando
Chega o pranto dos olhos
Vinha a roupa molhando
A mãe quando viu aquilo
Foi logo assim perguntando
Ou meu querido Joãozinho
Por que você chora tanto
O que fizeram contigo
Conta para mim meu santo
Joãozinho foi respondeu
Branquinho igual um manto
Os alunos na escola
Me chamaram cabeção
Dizem que minha cabeça
Dar pra encher caminhão
E por isso mamãezinha
Num vou estudar mais não
Em toda rua que eu passo
Eu ouço o povo falando
Chega gente, vem olhar
O cabeção vai passando
E aonde chego o povo diz
Cabeçudo vem chegando!
Minha mãezinha querida
É por isso que agora
Vou viver dentro de casa
Não vou sair mais nem fora
Aí a mãe de Joãozinho
Disse a ele sem demora
Joãozinho filho querido
Não se preocupe não
Quando alguém lhe chamar
Cabeçudo ou cabeção
Sua cabeça é pequena
É inveja desses cão
Sua cabeça é pequena
Bem feitinha e muito bela
É a cabeça mais pequena
Que tem em nossa favela
Quem lhe chama cabeção
Está com inveja dela
Vá ao mercado comprar
Trinta quilos de feijão
Eu estou muito ocupada
Não posso ir comprar não
Faça-me esse favor
Filhinho do coração
Joãozinho disse mamãe
O feijão eu vou comprar
Pra trazer os trinta quilos
De feijão eu vou levar
Aquele carrinho de mão
Que pai tem pra trabalhar
A mãe de Joãozinho disse
Pra ele bem ligeirinho
Não precisa tu levar
O carrinho de mão filhinho
Dar pra você trazer tudo
Dentro do seu bonezinho!
Cabeza Grande Pequeña
Conocí a un granjero
En el sertão pernambucano
Rico en tierras y ganado
Llamado João Trajano
Casado con Doña Lucía
Hija de un viejo bahiano
João Trajano y Doña Lucía
Solo tenían un hijo
Con diez años de edad
Criado con mucho cariño
Tenía el nombre de su padre
Pero solo lo llamaban Joãozinho
Un día Joãozinho
Llegó de la escuela llorando
Las lágrimas caían de sus ojos
Empapando su ropa
La madre al ver eso
Rápidamente le preguntó
Oh querido Joãozinho
¿Por qué lloras tanto?
¿Qué te han hecho?
Cuéntame, mi santo
Joãozinho respondió
Blanco como un manto
Los alumnos en la escuela
Me llamaron cabezón
Dicen que mi cabeza
Podría llenar un camión
Y por eso, mamita
Ya no quiero estudiar más
En cada calle que paso
Escucho a la gente hablar
'¡Mira, viene el cabezón!'
Y a donde voy la gente dice
'¡Ahí viene el cabezudo!'
Mi querida mamá
Por eso ahora
Voy a vivir dentro de casa
No saldré más afuera
Entonces la madre de Joãozinho
Le dijo sin demora
Querido hijo Joãozinho
No te preocupes
Cuando alguien te llame
'Cabezón' o 'cabezudo'
Tu cabeza es pequeña
Es envidia de esos perros
Tu cabeza es pequeña
Muy bonita y bella
Es la cabeza más pequeña
Que hay en nuestra favela
Quien te llama cabezón
Está celoso de ella
Ve al mercado a comprar
Treinta kilos de frijoles
Estoy muy ocupada
No puedo ir a comprar
Hazme ese favor
Hijito del corazón
Joãozinho dijo 'mamá'
Los frijoles los compraré
Para traer los treinta kilos
De frijoles los llevaré
El carrito de mano
Que papá usa para trabajar
La madre de Joãozinho le dijo
Rápidamente
No necesitas llevar
El carrito de mano, hijito
Puedes traerlo todo
Dentro de tu gorrita



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