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Resposta Chocante
Poeta J Sousa
Resposta Chocante
João Coragem e Zé preguiça
Se encontram um dia
Numa bonita pracinha
Que numa cidade havia
Aí João Coragem olhou
Pra Zé preguiça e falou
Com um tom de ironia
Zé preguiça, eu trabalho
Todo dia sem parar
Da segunda ao sábado
Estou sempre a trabalhar
Por isso o ano inteiro
Tenho no bolso dinheiro
Pra o que quiser comprar
Todos os dias eu saio
Às seis horas da matina
Pra o meu local de trabalho
Uma empresa granfina
No trabalho eu me solto
E pra casa eu só volto
Depois que o dia termina
Do meu trabalho eu tenho
Uma casa pra morar
Tenho um carro de passeio
Pra nele eu passear
E você só se atrasa
Não tem carro, não tem casa
Nem com que se alimentar
Eu saio pra trabalhar
E trabalho o dia inteiro
Quando é no fim do mês
Eu recebo meu dinheiro
Vou pra festa farrear
E uísque caro tomar
Uísque do estrangeiro
E você seu Zé preguiça
Cara de pamonha inchada
Com essa preguiça imensa
No teu lombo escanchada
Não consegue nada ter
Pra comer nem pra beber
Como tu vive sem nada?
Zé preguiça olhou pra ele
E disse muito ligeiro
É verdade eu não trabalho
Tô parado o dia inteiro
Mas fique sabendo, amigo
Que sem trabalho eu consigo
Algo melhor que dinheiro
João Coragem disse: Oxente
Há, essa eu quero saber
O que é que tu consegue
Tão bom sem nada fazer
Me diz, cabeça de jegue
O que é que tu consegue
Sem nenhum trabalho ter?
Fala logo sem rodeio
Seu cara de espantalho!
Zé preguiça disse, oxente
Lhe digo sem atrapalho
O que eu consigo, mané
É pegar tua muié
Quando tu tá no trabalho
Respuesta Impactante
João Coragem y Zé pereza
Se encuentran un día
En una bonita plazuela
Que en la ciudad existía
Entonces João Coragem miró
A Zé pereza y le dijo
Con un tono irónico
Zé pereza, yo trabajo
Todos los días sin parar
De lunes a sábado
Siempre estoy laborando
Por eso todo el año
Tengo dinero en el bolsillo
Para lo que quiera comprar
Cada día salgo
A las seis de la mañana
A mi lugar de trabajo
Una empresa elegante
En el trabajo me desenvuelvo
Y a casa solo regreso
Después de que termina el día
De mi trabajo tengo
Una casa para vivir
Tengo un auto para pasear
Y tú siempre te atrasas
No tienes auto, no tienes casa
Ni con qué alimentarte
Salgo a trabajar
Y trabajo todo el día
Cuando llega el fin de mes
Recibo mi dinero
Voy a la fiesta a divertirme
Y a tomar whisky caro
Whisky extranjero
Y tú, Zé pereza
Cara de pamonha hinchada
Con esa pereza inmensa
En tu lomo estancada
No logras tener nada
Para comer ni beber
¿Cómo vives sin nada?
Zé pereza lo miró
Y dijo muy rápido
Es verdad, no trabajo
Estoy parado todo el día
Pero debes saber, amigo
Que sin trabajar logro
Algo mejor que dinero
João Coragem dijo: ¡Caray!
Eso quiero saber
¿Qué es lo que logras
Tan bueno sin hacer nada?
Dime, cabeza de burro
¿Qué es lo que logras
Sin tener ningún trabajo?
¡Habla sin rodeos
Cara de espantapájaros!
Zé pereza dijo: ¡Caray!
Te lo digo sin rodeos
Lo que logro, amigo
Es conquistar a tu mujer
Cuando estás trabajando



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