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Saí uma noite andar pelos campos
Vi os pirilampos no céu revoar
A brisa noturna tranquilo e tão calmo
Me trouxe na alma divino inspirar

Os meus pés molhados da relva macia
As gotas tão frias em pleno luar
Aí pude ver que o grande arquiteto
Fez no firmamento tão grande projeto
Nem mesmo a ciência pode desvendar

Me fez entender a mãe natureza
Que toda a beleza suspensa no ar
Tudo foi criado pelo Onipotente
Tão simplesmente com o seu falar

Do nada criou gado, aves e feras
Fez o homem da terra e deu vida ao soprar
Também separou as águas correntes
Fez águas frias, também águas quentes
Também águas doces e a salgada do mar

Tão cheio de astúcia vem o ser humano
Dizendo em seus planos que faz e desfaz
Querendo provar através da ciência
Que tudo que pensa no mundo é capaz

Esquece que o homem de si não faz nada
É um vulto na estrada, errante e vazio
Porque o homem de espírito pobre
Que nada inventa, apenas descobre
Somente os mistérios que Deus permitiu

Escrita por: José Reis / Tony Gomide / Zé Goiano. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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