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Cinza

Taranta

Cinza, cinza
O dia em agonia
Lia, eu lia
Na praça tão vazia
Fria, fria
A tarde que me esconde
Onde, onde
Migalhas de alegria

Cinza, cinzas
Do dia que entedia
Ia, eu ia
Fechado em meus anseios
Feios, feios
Os corpos pela rua
Nua, crua
A carne da poesia

Tão só
Num dia sem fim
Há tanto tédio nos prédios
Dessa cidade

Cinza, cinza
O dia me anuvia
Via, eu via
O mal-estar de tudo
Surdo, mudo
O mundo consentindo
Rindo, caindo
No limbo mais imundo

Tão só
Num dia sem fim
Há tantos prédios no tédio
Dessa cidade
Nenhuma troca de olhares
Pela cidade

Escrita por: Rafael Ribeiro, Diogo Genovez. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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