
Rouxinol
Vicente Celestino
Vem longe o dia, oh! Grande Deus
Sinto-me só, sozinho aqui!
Oiço cantar, são sonhos meus
Não canta assim a juriti
É o gorjeio tão sereno
Da minha doce companhia!
É o rouxinol do canto ameno
Que me vem dar sempre o bom dia
Vem, meu rouxinol
Anunciar-me a madrugada
E o surgir do Sol fagueiro
Ao teu brejeiro
Canto de amor
Feito alvorada
Vem, oh! Meu amor
Com os gorjeios do teu cantar
E arrancar-me a dor sem fim
Que eu quero enfim não mais lembrar!
Passou-se um mês que ela partiu
Voar aos céus, vi-a daqui!
Minha alegria se extinguiu
Com o cantar da juriti
Vejam-me só que infelicidade
Meu coração quão triste estás!
Ela deixou-me tanta saudade
Meu rouxinol não canta mais!
Vem, oh! Meu amor
Com os gorjeios do teu cantar
E arrancar-me a dor sem fim
Que eu quero enfim não mais voltar!



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