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Cabocla Malvada

Waldemar Henrique

Quando a cabocla foi-se embora de malvada
O seu vulto pela estrada foi minguando, se apagou
E, ä proporção que ela sumia, desse jeito
Bem no fundo do meu peito, a saudade se enroscou

Dona Saudade me falava, coitadinha
Defendendo a caboclinha para eu não lhe querer mal
E me dizia que a cabocla era só minha
Que esperasse, que ela vinha
Mais bonita e mais leal

Cabocla! Eu já tinha te jurado
Meu punhal tinha marcado
O final dos dias teus
Cabocla! Toma bênção da saudade
Se não fosse a sua bondade
Nem eu sei, meu Deus!

Dona Saudade me alegrava e entristecia
Sempre quando ela me via com jeitinho de chorar
Dizia logo, meu benzinho, homem não chora
Tua cabocla foi-se embora, tua cabocla há de volta

E ela voltou, minha cabocla, minha vida
Veio triste, arrependida, implorando meu perdão
Mal a saudade foi-se embora, fez das suas
Certamente para as duas
Não chegava o coração

Escrita por: Waldemar Henrique / João De Jesus Paes Loureiro. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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