A garganta é a gruta que guarda o som
A garganta está entre a mente
E o coração
Vem coisa de cima, vem coisa de baixo
E de repente um nó!

E o que eu quero dizer
Às vezes acontece um negócio esquisito
Quando eu quero falar, eu grito
Quando eu quero gritar, eu falo
O resultado? Calo

Camadas e camadas de medo e amor recolhido
Fendas, rachaduras, [?], esfenoides
Dando adeus
Dando
A Deus

Por que será que às vezes eu ainda fico assim só?
Sem voz
Sendo que tudo o que eu quero é estar com voz?
Porque voz é quem me dá o sustento e a alegria de cantar
Por isso eu pedi que vós comigo sempre estivesse
E um pensamento veio em resposta
Duvidar que dentro de mim há voz
Não é o mesmo que duvidar
De vós?

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Written by: Roberta Estrela Dalva. Isn't this right? Let us know.
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