
Rio Creme
Nando Reis
Seus olhos que nem me veem
Porém vejo um sinal
Se não forem de ninguém
Provém verde som sobre gosto de sonrisal
Se fosse
Vermelho piscou pra mim
Cismou ser o meu sisal
Sorriu acenou que sim
Sem medo acordou e tomou cedo seu mingau
Doce
E se moldou
Pote nos seus braços
E sublinhou
A face com seus traços
Meus olhos que em silêncio
Contém freios e pedal
Se não fosse feito engenho
No ventre talvez eu brincasse no seu quintal, hoje
Rio creme entre lábios, dentes
Nadei sempre marginal
Sequei no equinócio vento
Além do horizonte descesse do vertical, ponte
E se moldou
Pote nos seus braços
E sublinhou
A face com seus traços
Cor-espaço
Fronte
Fez-se imagem



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