
Deus do Trovão (Hajime Kashimo)
Igris
De eras em eras, o sentido se perde
Por tempos e tempos
E a força da qual você busca
O que sente?
O tédio se faz permanente
O que será que novos tempos terão de diferente?
Será que se fazem feiticeiros como antigamente?
(Oh)
(Oh)
Tô de volta! Oh, que lindo!
Arquitetaram um novo jogo, cê tá em choquê?
Os pontos são apenas peças, você é um empecilho no meu caminho
Ninguém fica!
O trovão aponta a direção e o rei é o destino
E nesse jogo cê não passa de peão
O caminho, o destino do qual escolhi pra mim
A vida e a morte pendem numa balança, e eu sei
Que essa força somente alguns entendem
Que esse fardo (-oo, -oo)
É, solidão
(É que eu su-)
Subi até o topo e só encontrei solidão!
Tantas mortes, tantas vidas se foram pelas minhas mãos!
Busco um oponente forte pra dar um sentido a isso!
Através, de através, de através!
De eras passei!
E pelos mais fortes sim, eu busquei!
Então, re-e-e-i!
O que vê não é ilusão
Se vê um clarã-ã-ã-o
É o Deus, o Deus, Deus, Deus do trovão!
Não me deixe tão empolgado assim, oh, vem!
Cancelando minha energia? Nada mal, hein?
Que tal o próximo golpe? É melhor cê se defender
Você é um cara de sorte, isso eu posso ver
Mas um feiticeiro desse nível
Não, não é pra você!
Pontos agora são detalhes, atingiremos outro patamar!
Expanda seu domínio, e por quatro minutos posso lidar
Outro jackpot? Você é sortudo, né?
Mas veja só como eu lido com tudo isso de novo
Eu vou te bater até a sua bênção acabar!
Você é duro na queda, tudo bem, eu sei!
Sinto muito, mas eu guardo algo pro rei
Oponente digno, plano interessante
Me jogar no meio do mar? Que forma intrigante de tentar me ma-a-atar!
Você dobra a aposta? Em 1 milhão de volts!
Cê achou mesmo que ia sobrecarregar um trovão?
O choque entre gerações, a guerra se mostra de tantas formas
Cruel, impiedosa
Satoru gojo contra o rei das maldições!
Mal podem acreditar, o mundo se parte em dois
E junto dele, satoru gojo também foi
Então, agora eu quero respostas
O mais forte sempre foi, ou ainda sim quis?
Qual o sentido disso, e como se relacionar com essa força?
Vida busca a morte, e da morte se faz vida
É lindo, é belo, e quem diria?
Então me explique, rei! O que é solidão?
O que o amor traz que a força não?
E assim meu fim se faz, que o trovão fale por mim
Algo que só você entenderia!
O caminho, o destino do qual escolhi pra mim
A vida e a morte pendem numa balança, eu sei
Esse fardo e essa dor (-oo, oo)
É o, amor
É que eu subi até o topo e só encontrei solidão!
Tantas mortes, tantas vidas se foram pelas minhas mãos!
Busco um oponente forte pra dar um sentido a isso
Através, de através, de através, de eras passei!
E pelos mais fortes sim, eu busquei!
Então, re-e-e-i!
O que vê não é ilusão
Se vê um clarã-ã-ã-o
É o Deus, o Deus, Deus, Deus do trovão!



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