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Menino Imortal

Julinho

Com meu caminhão lotado
Eu saí lá de Goiás
Com destino a São Paulo

Carregado de cereais
Em uma estrada deserta
Era meia-noite ou mais

O meu caminhão quebrou
Não girava o motor
Travou as rodas de trás

Não tinha ninguém por perto
Para me socorrer
De repente um menino

Chegou sem eu perceber
Consertou meu caminhão
Quando fui lhe agradecer

Enfiei a mão na algibeira
Tirei minha carteira
Ele não quis receber

O menino então me disse
O senhor não me conhece
Mas sabe da minha história

Por isso nunca me esquece
Quanto mais o tempo passa
Mais a minha fama cresce

No rádio e no cinema
Na cidade ou na fazenda
Minha história permanece

Eu não aceito dinheiro
Pode guardar a carteira
Quem tem eu no coração

Nunca enfrenta barreira
Quando você for fazer
Sua prece costumeira

Reze em minha intenção
Dedique uma oração
Ao menino da porteira

Escrita por: Cidão Carreiro / Sebastião Figueiredo. ¿Los datos están equivocados? Avísanos.

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