Menino Imortal
Julinho
Com meu caminhão lotado
Eu saí lá de Goiás
Com destino a São Paulo
Carregado de cereais
Em uma estrada deserta
Era meia-noite ou mais
O meu caminhão quebrou
Não girava o motor
Travou as rodas de trás
Não tinha ninguém por perto
Para me socorrer
De repente um menino
Chegou sem eu perceber
Consertou meu caminhão
Quando fui lhe agradecer
Enfiei a mão na algibeira
Tirei minha carteira
Ele não quis receber
O menino então me disse
O senhor não me conhece
Mas sabe da minha história
Por isso nunca me esquece
Quanto mais o tempo passa
Mais a minha fama cresce
No rádio e no cinema
Na cidade ou na fazenda
Minha história permanece
Eu não aceito dinheiro
Pode guardar a carteira
Quem tem eu no coração
Nunca enfrenta barreira
Quando você for fazer
Sua prece costumeira
Reze em minha intenção
Dedique uma oração
Ao menino da porteira



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