Os boatos vão passando
Por mim, velozes na calçada
Assim como blasfêmias sussurradas
Que com o vento viajam.....

Segue impune quem a um corpo vinga,
E no chão sangrento repousa tranqüilo
O feliz nobre suicida
O feliz nobre suicida

Conhecem o profeta, o amante,
O homem velho que escutou a poesia da dor...
Sofrimento eterno desafiando a todos vivos
Infelizes e felizes...

Que já foram....
O pássaro canta d'um canto qualquer
Um cantar creme e frio
Um cantar de dor
Fúnebre e lírico
"is blues song"

(In memorian a Frederico Augusto)

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Written by: Isac Afonso / Paulo De Tarso. Isn't this right? Let us know.